SÃO PAULO, Rio e Brasília colocam Brasil no topo de ranking global de frequência sexual
Um novo levantamento internacional realizado pelo guia britânico Time Out revelou que o Brasil é uma das potências mundiais quando o assunto é atividade sexual. De acordo com os dados divulgados em fevereiro de 2026, três capitais brasileiras — São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília — figuram no cobiçado “Top 20” das cidades com a maior frequência de relações sexuais no planeta.
A pesquisa, que ouviu mais de 18.500 moradores de grandes centros urbanos ao redor do globo, utilizou como critério principal a proporção de pessoas que afirmam manter relações sexuais pelo menos uma vez por semana.
O desempenho das cidades brasileiras
Diferente de rankings baseados apenas em “fama” ou “romantismo”, este estudo focou na constância da vida íntima. São Paulo se destacou como a cidade mais ativa do país, ocupando a 4ª posição mundial, empatada com destinos como Guadalajara (México) e Luxemburgo.
O Rio de Janeiro e a capital federal, Brasília, também garantiram posições de destaque, consolidando o Brasil como o país com o maior número de representantes na elite do ranking.
Por que essas cidades?
Analistas de comportamento apontam que a presença marcante de São Paulo e Rio de Janeiro reflete não apenas o estereótipo cultural brasileiro, mas também a intensa vida noturna e a densidade urbana dessas metrópoles, que favorecem o convívio social.
Recentemente, São Paulo também foi eleita a cidade com a melhor vida noturna do mundo pelo ranking World’s Best Cities 2026, superando Nova York. O vigor dos bairros como Vila Madalena e Baixo Augusta é citado como um motor para o entretenimento e, consequentemente, para os encontros casuais e relacionamentos.
”O critério de ‘uma vez por semana’ é considerado elevado para os padrões urbanos atuais, onde o estresse e a rotina exaustiva costumam diminuir a libido da população,” destaca o relatório da Time Out.
Tendências Globais
No topo da lista, a cidade de Macau, na China, e Cracóvia, na Polônia, surpreenderam ao liderar o ranking com 67% de seus moradores mantendo uma rotina sexual ativa. O estudo reforça que a frequência sexual nem sempre está ligada à percepção de “romantismo” de uma cidade — Paris, por exemplo, muitas vezes fica de fora desses rankings de frequência bruta, embora mantenha sua fama de cidade do amor.

































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