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Irã ataca Tel Aviv em retaliação à morte de Ali Larijani e escalada atinge nível crítico

Irã ataca Tel Aviv em retaliação à morte de Ali Larijani e escalada atinge nível crítico

O cenário no Oriente Médio sofreu uma drástica deterioração nesta quarta-feira, 18 de março de 2026. Após prometer uma vingança “decisiva”, o Irã lançou uma ofensiva de mísseis contra Israel, atingindo áreas próximas a Tel Aviv. O ataque é uma resposta direta ao assassinato de Ali Larijani, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional e um dos pilares do regime de Teerã, morto em um bombardeio aéreo reivindicado pelas forças israelenses.

​De acordo com relatos de agências internacionais e serviços de emergência locais, pelo menos duas pessoas morreram em Ramat Gan, nos arredores de Tel Aviv, após serem atingidas por fragmentos de projéteis. A Guarda Revolucionária do Irã afirmou que utilizou mísseis equipados com ogivas de fragmentação, projetados para saturar e penetrar os sofisticados sistemas de defesa aérea de Israel, como o Domo de Ferro.

A morte de Larijani e o impacto no comando iraniano

Ali Larijani não era apenas um funcionário de alto escalão; ele era considerado o “arquiteto da segurança” e um mediador pragmático dentro de um governo marcado por alas radicais. Sua morte, ocorrida na terça-feira (17) em um subúrbio de Teerã, representa o golpe mais duro contra a liderança iraniana desde a morte do próprio Líder Supremo, Ali Khamenei, ocorrida semanas antes no início deste conflito.

​Israel, por meio de seu ministro da Defesa, Israel Katz, confirmou a autoria do ataque, descrevendo a operação como um sucesso na estratégia de “cortar a cabeça da cobra”. Além de Larijani, autoridades israelenses anunciaram nesta manhã a eliminação do ministro da Inteligência iraniano, Esmail Khatib, sinalizando uma campanha sistemática para desmantelar a cúpula de comando do país.

Últimas novidades e desdobramentos globais:

  • Caos em infraestruturas: Em Israel, estilhaços de mísseis atingiram estações de trem em Tel Aviv e na cidade de Holon, causando danos severos a plataformas e escadas rolantes, o que paralisou parte do sistema de transporte ferroviário.
  • Bloqueio do Estreito de Hormuz: O Irã mantém o fechamento parcial da rota marítima por onde passa 20% do petróleo mundial. O governo iraniano declarou que o tráfego na região “não voltará ao normal” enquanto durar a agressão israelense, o que já provoca instabilidade nos preços globais de energia.
  • Intervenção dos EUA: O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) informou ter realizado ataques com bombas “antibunker” contra posições de mísseis iranianos perto do Estreito de Hormuz. O presidente americano, Donald Trump, tem pressionado aliados por uma coalizão naval para reabrir a rota de exportação.
  • Sucessão no Irã: Em meio ao luto e aos funerais realizados hoje em Teerã, surgem informações de que Saeed Jalili assumirá temporariamente as funções de Larijani, sob a supervisão do novo líder supremo, Mojtaba Khamenei.

​A comunidade internacional observa com apreensão o que o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, chamou de “onda de consequências mundiais que afetará a todos”. Com ataques recíprocos atingindo capitais e infraestruturas vitais, o conflito entra em sua terceira semana sem sinais de cessar-fogo, elevando o temor de uma guerra regional total e sem precedentes.

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