Foxborough, Estados Unidos — Em uma reviravolta histórica na Copa do Mundo de 2026, a seleção da Alemanha deu adeus ao torneio precocemente ao ser eliminada pelo Paraguai na fase de 16 avos de final. O resultado mexe diretamente com o topo da história do futebol, assegurando que o Brasil seguirá isolado como o maior vencedor das Copas do Mundo pelo menos até a edição de 2030.
O drama alemão nos pênaltis
A Alemanha entrou em campo em Foxborough como ampla favorita, mas encontrou uma seleção paraguaia extremamente resiliente. Após o empate por 1 \times 1 no tempo normal e na prorrogação — com gols de Julio Enciso para os sul-americanos e Kai Havertz para os europeus —, a decisão foi para as penalidades máximas.
Pela primeira vez em sua história em Copas do Mundo, a Alemanha foi derrotada em uma disputa de pênaltis. O goleiro paraguaio Orlando Gill se tornou o herói da noite ao defender duas cobranças (de Havertz e Nick Woltemade), enquanto o zagueiro Jonathan Tah isolou o chute decisivo, selando o placar de 4 \times 3 para o Paraguai.
Brasil soberano e recordista
Com a queda precoce da tetracampeã Alemanha, a Seleção Brasileira garante a manutenção de marcas históricas de forma exclusiva:
- Pentacampeonato isolado: O Brasil (1958, 1962, 1970, 1994 e 2002) permanece como o único “penta”. Como a Itália (também tetracampeã) não ameaça o topo nesta edição e a Argentina busca o tetra, ninguém conseguirá igualar os 5 títulos brasileiros antes de 2030.
- Artilharia histórica protegida: A eliminação congelou o ataque alemão. O Brasil segue como o país com mais gols na história das Copas, somando 246 gols, contra 243 da Alemanha.
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