Polícia Civil investiga desaparecimento de cães comunitários em centro de distribuição do Mercado Livre no Paraná

​O sumiço ​O sumiço misterioso de três cães comunitários — conhecidos como “Pipoca”, “Zequinha” e “Pretinha” — mobiliza as autoridades e causa comoção em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba. Os animais, que viviam no pátio do centro de distribuição do Mercado Livre, desapareceram recentemente, levando a Polícia Civil do Paraná (PCPR) a abrir um inquérito para apurar possíveis crimes de maus-tratos ou remoção indevida.

​O que se sabe sobre o caso

​Os cães eram figuras constantes no cotidiano dos funcionários e prestadores de serviço da unidade. De acordo com protetores locais e relatos colhidos pela investigação, os animais apresentavam as seguintes condições:

  • Monitoramento: Todos eram castrados e possuíam microchips de identificação.
  • Status Comunitário: Eram cuidados por voluntários e funcionários, recebendo alimentação e atenção constante.
  • O Sumiço: O alerta foi dado após os cães deixarem de ser vistos nas dependências da empresa, onde circulavam livremente há meses.

​A linha de investigação e repercussão

​A Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) está à frente do caso. O foco principal é entender se houve uma remoção deliberada dos animais para locais desconhecidos ou se o desaparecimento está atrelado a negligência de segurança.

​O Mercado Livre, em notas anteriores sobre incidentes similares, costuma reforçar que possui políticas de bem-estar animal e que colabora com as autoridades fornecendo imagens de câmeras de segurança e registros de acesso. No entanto, a falta de respostas imediatas sobre o paradeiro dos cães tem gerado protestos nas redes sociais e pressão de grupos de defesa dos animais.

​”Animais comunitários criam laços com o local e com as pessoas. O sumiço repentino de três animais identificados sugere uma intervenção humana que precisa ser explicada”, afirma a rede de protetores de Araucária. de três

Até o momento, não há informações confirmadas sobre o paradeiro de Pipoca, Zequinha e Pretinha. O crime de maus-tratos a animais, no Brasil, prevê penas que podem chegar a cinco anos de reclusão, além de multa.

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