Copenhague – Documentos e relatos obtidos pela emissora pública dinamarquesa DR revelaram que o Reino da Dinamarca adotou uma estratégia de “terra arrasada” em janeiro de 2026 para impedir uma possível anexação forçada da Groenlândia pelos Estados Unidos. O plano previa a destruição imediata das pistas de pouso em Nuuk (a capital) e Kangerlussuaq, os dois principais pontos de entrada aérea da ilha, caso o governo de Donald Trump iniciasse uma operação militar de ocupação.
O estopim: A crise na Venezuela
Segundo fontes militares e do serviço de inteligência, o temor dinamarquês atingiu o ápice após a intervenção dos EUA na Venezuela, em 3 de janeiro de 2026, que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro. O governo da primeira-ministra Mette Frederiksen interpretou a ação como um sinal de que Trump estaria disposto a usar a força para concretizar seu desejo de “obter” a Groenlândia por questões de segurança nacional e acesso a recursos minerais.
Preparativos de combate e apoio europeu
A movimentação de tropas dinamarquesas em janeiro não foi apenas um exercício de rotina. Os soldados foram enviados com:
- Cargas de explosivos: Prontas para serem detonadas nas pistas de pouso para inviabilizar o desembarque de aviões de carga pesada e caças americanos.
- Estoques de sangue: Mobilizados de bancos de sangue civis para tratar possíveis feridos em combate direto.
- Coalizão Europeia: França, Alemanha, Noruega e Suécia também enviaram contingentes para a ilha em um “show de unidade”. O objetivo era elevar o custo político de uma invasão: para tomar a Groenlândia, os EUA teriam que atacar soldados de múltiplos aliados da OTAN simultaneamente.
Reações e tensões diplomáticas
O governo americano, por meio de interlocutores, negou planos de invasão, mas o presidente Trump manteve a retórica agressiva, chegando a ameaçar a União Europeia com tarifas de importação de 25% caso a Dinamarca não aceitasse negociar a soberania do território.
Especialistas em defesa afirmam que a Dinamarca sabia que não poderia vencer um conflito prolongado contra a superpotência, mas o plano de explodir os aeroportos serviria para forçar os EUA a cometerem um “ato hostil explícito”, removendo qualquer fachada de “anexação administrativa” ou diplomática.




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