A dedicação de Josilene Bertolin Irmer com o meio ambiente e com a própria memória afetiva frutificou. Após 15 meses de um monitoramento diário e um investimento expressivo de R$ 18 mil, a empresária de Apucarana, no Norte do Paraná, celebra o renascimento de uma Ficus elastica — popularmente conhecida como falsa-seringueira — que marcou sua trajetória pessoal.
O que para muitos parecia um caso perdido, para Josilene era uma missão de resgate. A árvore, que corria risco de morte após ser removida de seu local original, recebeu um tratamento intensivo que incluiu o replantio especializado e cuidados agronômicos constantes. Hoje, o cenário é de renovação: a planta apresenta novos brotos e galhos vigorosos, sendo que um deles já atinge a marca de um metro de comprimento.
O preço da memória e da sustentabilidade
O processo de “ressurreição” da seringueira não foi simples nem barato. O valor investido pela empresária cobriu uma logística complexa:
- Logística de transporte: O uso de maquinário pesado para o içamento e transporte do espécime.
- Tratamento fitossanitário: Aplicação de nutrientes e cuidados específicos para que as raízes voltassem a fixar no novo solo.
- Manutenção diária: Acompanhamento técnico para garantir que a árvore sobrevivesse ao estresse do replantio.
Por que a Ficus elastica é especial?
A espécie é conhecida por sua robustez e longevidade, mas exige espaço e cuidados quando cultivada em ambientes urbanos. No caso de Josilene, a motivação foi estritamente sentimental. “Valeu a pena”, afirma a empresária, ao observar a árvore que outrora fez parte de seu cenário de infância ganhar uma segunda chance.
”É mais do que uma árvore; é um pedaço da minha história que eu não estava pronta para ver desaparecer.” — Josilene Bertolin Irmer.
O caso ganhou repercussão na região como um exemplo de responsabilidade ambiental individual e prova de que, com técnica e persistência, é possível reverter danos à flora local.




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