Uma abordagem de rotina da Polícia Militar (PM-PR) terminou com a prisão de uma motociclista na tarde de quarta-feira (28), em Sarandi, no norte do Paraná. A mulher foi flagrada conduzindo um veículo com uma placa de identificação fabricada de forma irregular e adquirida através de uma plataforma de vendas online.
De acordo com informações da Polícia Militar, a condutora foi parada durante um patrulhamento preventivo. Ao verificarem a documentação e os sinais identificadores da motocicleta, os policiais constataram que a placa não possuía os selos de autenticidade e as características exigidas pelos órgãos de trânsito.
Confissão e irregularidades
Ao ser questionada, a mulher relatou aos policiais que a placa original da moto havia quebrado. Em vez de procurar o Departamento de Trânsito (Detran) para a regularização e a confecção de uma nova peça oficial, ela optou por encomendar o item pela internet para economizar tempo e dinheiro. Além da irregularidade no veículo, a equipe policial confirmou que a mulher não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
A ocorrência destaca um crime previsto no Código Penal Brasileiro: a adulteração de sinal identificador de veículo automotor. Mesmo que a intenção não seja esconder a identidade do veículo para cometer crimes graves, a utilização de placas não oficiais é considerada ilegal e sujeita o infrator a penas de reclusão.
Desdobramentos
A motociclista foi detida em flagrante e encaminhada à Delegacia de Polícia Civil de Sarandi para os procedimentos cabíveis. A motocicleta foi apreendida e levada ao pátio da delegacia.
As autoridades de trânsito alertam que placas de veículos só podem ser confeccionadas por empresas credenciadas pelo Detran e mediante autorização oficial. A compra de placas em sites de terceiros ou aplicativos de e-commerce configura crime e pode resultar em prisão imediata, como ocorrido neste caso.


