Promoção de macarrão a um centavo no Queiroz Atacadão gera tumulto e viraliza no RN


Uma promoção agressiva de macarrão instantâneo pelo valor simbólico de R$ 0,01 transformou a reinauguração de uma unidade do Queiroz Atacadão, na cidade de Assú, interior do Rio Grande do Norte, em um verdadeiro cenário de “guerra” nesta semana. O episódio, registrado em vídeo por clientes e funcionários, viralizou nas redes sociais e levantou debates sobre a segurança em ações de marketing de grande impacto.
As imagens mostram o exato momento em que os funcionários abrem as caixas do produto. Em questão de segundos, uma multidão avança sobre as mercadorias, resultando em empurra-empurra e correria nos corredores. Segundo a gerência do supermercado, cerca de mil pacotes de macarrão sabor galinha caipira foram disponibilizados e o estoque se esgotou completamente em apenas quatro minutos.
Outros itens por menos de R$ 1,00
A estratégia de “preço de custo zero” não ficou restrita ao macarrão. Para celebrar a nova fase da loja, o estabelecimento também ofereceu outros produtos por valores irrisórios, como:

  • Melancia e Melão: R$ 0,01 a unidade;
  • Bebida láctea (iogurte): R$ 0,01;
  • Flocão de milho: R$ 0,01;
  • Café e Frango inteiro: vendidos por aproximadamente R$ 2,98.
    Apesar da intensidade do tumulto e do susto entre alguns consumidores, a rede atacadista informou que ninguém ficou ferido. Em nota, a empresa afirmou que ações promocionais desse tipo são práticas recorrentes em suas inaugurações e reinaugurações para atrair o fluxo de consumidores e marcar a presença da marca na região.
    Repercussão e cuidados
    Especialistas em varejo alertam que, embora o “marketing de impacto” seja eficaz para gerar visibilidade, ele exige um planejamento rigoroso de controle de acesso para evitar acidentes. No vídeo, é possível ouvir funcionários tentando orientar o público via microfone, pedindo cautela para evitar quedas.
    O caso de Assú soma-se a outros episódios recentes de “efeito manada” no varejo brasileiro, onde a busca por economia real diante da inflação de alimentos acaba gerando situações de risco físico para os consumidores.

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