O gesto de honestidade de Beijamin de Oliveira, o estudante de Direito de 20 anos que devolveu por engano uma transferência de R$ 200 mil, continua repercutindo intensamente. Após a viralização do caso, o jovem, que reside em Goiânia, viu sua vida mudar de figura — mas o esperado emprego fixo ainda não se concretizou de forma definitiva.
O Caso: Honestidade acima de tudo
Tudo começou quando Beijamin recebeu uma notificação de transferência bancária em um valor astronômico para sua realidade. Sem hesitar, ele buscou o banco e o destinatário correto para realizar o estorno.
”Eu não conseguia dormir sabendo que aquele dinheiro não era meu. A gente colhe o que planta, e eu quero plantar honestidade”, afirmou o estudante em entrevistas recentes.
Novidades e Repercussão
Após a publicação da matéria original, a corrente de solidariedade na internet tomou proporções maiores:
- Visibilidade Digital: O perfil do estudante nas redes sociais saltou em número de seguidores, onde ele agora compartilha sua rotina de estudos e a busca por oportunidades.
- Propostas de Estágio: Beijamin confirmou que recebeu contatos de alguns escritórios de advocacia e empresas de RH interessadas em seu perfil ético. No entanto, ele ressalta que muitas propostas ainda estão em fase de análise ou dependem de questões logísticas.
- Apoio da Faculdade: A instituição onde estuda Direito também se manifestou, oferecendo suporte para que ele consiga conciliar a vida acadêmica com as novas oportunidades que surgirem.
O Perfil do Candidato
Atualmente cursando os primeiros anos de Direito, Beijamin busca uma oportunidade que lhe permita aprender a prática jurídica. Empresas que o procuraram destacam que, em um mercado de trabalho competitivo, o “compliance moral” demonstrado por ele é um diferencial que nenhum currículo técnico consegue suprir sozinho.
Deseja que eu ajude a redigir uma carta de recomendação fictícia baseada no perfil dele ou talvez um post para o LinkedIn focando em como empresas podem valorizar perfis éticos?




