Motoboys e entregadores de aplicativo foram alvo de um golpe estelionatário que utilizou indevidamente o nome do delegado Guilherme Dias, da Polícia Civil do Paraná, além do endereço oficial de uma delegacia de Curitiba. Os criminosos criaram uma falsa narrativa para atrair os trabalhadores e aplicar a fraude.
O modus operandi do golpe
Os golpistas entravam em contato com os entregadores se passando por funcionários ou intermediários da polícia, agendando falsos serviços ou entregas que deveriam ser retiradas ou levadas até a sede da delegacia. Ao utilizar o nome de uma autoridade real e um endereço verídico, os criminosos conseguiam passar credibilidade às vítimas, facilitando a execução do golpe financeiro antes que os trabalhadores pudessem confirmar as informações.
Alerta das autoridades
A Polícia Civil do Paraná reforça que nenhuma delegacia ou autoridade policial solicita pagamentos, transferências Pix ou contrata serviços de entrega dessa natureza por canais informais. A orientação para os profissionais de entrega é sempre desconfiar de pedidos suspeitos, confirmar os dados diretamente nos canais oficiais de atendimento da polícia e, caso desconfiem de alguma atividade, registrar imediatamente um Boletim de Ocorrência por estelionato.
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