Icehot e municípios brasileiros expandem oferta de água gratuita para impulsionar turismo sustentável

O cenário do turismo urbano no Brasil está passando por uma transformação silenciosa, mas refrescante. Com o aumento das temperaturas globais e a busca por práticas mais sustentáveis, cidades de norte a sul do país estão adotando estações de hidratação pública como um diferencial estratégico para atrair e acolher visitantes. No centro dessa mudança está a Icehot, empresa que já marca presença em mais de 500 municípios, unindo saúde pública à preservação ambiental.

Sustentabilidade em números: O impacto da hidratação pública

A proposta vai além do simples ato de oferecer água. O impacto é ambientalmente mensurável e reflete uma mudança de comportamento no consumo. Até o momento, a iniciativa da Icehot já alcançou marcos impressionantes:

  • 2,9 milhões de litros de água gratuita disponibilizados.
  • 6 milhões de garrafas plásticas de uso único evitadas.
  • 147 mil m³ de CO₂ que deixaram de ser emitidos na atmosfera.

Para o turista, a existência dessas estações significa economia e conveniência. Para a cidade, representa uma redução drástica no volume de resíduos descartados em pontos turísticos e praças, aliviando o sistema de limpeza urbana e reforçando a imagem de “cidade inteligente”.

Tendências e inovações: O que há de novo no setor

Recentemente, o conceito de hidratação urbana ganhou força com a integração de tecnologia e design inclusivo. As novas estações que estão sendo instaladas em 2025 e 2026 trazem funcionalidades que elevam a experiência do usuário:

  1. Conectividade e Monitoramento: Muitas unidades agora contam com sensores de IoT (Internet das Coisas) que permitem às prefeituras monitorar a qualidade da água em tempo real e o volume consumido, facilitando a manutenção preventiva.
  2. Acessibilidade para Pets: Seguindo a tendência pet friendly, os novos modelos incluem bebedouros na base para animais de estimação, um atrativo crucial para famílias que viajam com cães e gatos.
  3. Pontos de Convivência: As estações estão sendo desenhadas como “oásis urbanos”, oferecendo não apenas água gelada ou quente (para o tradicional chimarrão ou chá), mas também carregadores de celular e iluminação de LED, transformando o local em um ponto de encontro seguro.

A água como direito e infraestrutura turística

Especialistas em urbanismo apontam que o acesso à água gratuita deve ser tratado como infraestrutura básica, assim como a iluminação pública. No Brasil, destinos de sol e praia, além de cidades históricas com alto fluxo de caminhadas, são os que mais se beneficiam.

A presença de purificadores de alta capacidade em orlas e centros históricos remove a barreira do custo para o turista de baixa renda e promove uma permanência mais longa dos visitantes nos espaços públicos, aquecendo indiretamente o comércio local de gastronomia e lazer.


“Redefinir a experiência turística passa por cuidar do bem-estar do visitante. Uma cidade que oferece água de qualidade gratuitamente demonstra hospitalidade e consciência ecológica,” afirma o setor de planejamento urbano.

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