A captura de Nicolás Maduro por forças norte-americanas neste início de 2026 marca um ponto de virada definitivo na geopolítica do continente. A operação, ordenada pelo governo de Donald Trump, não apenas removeu o regime chavista do poder, mas estabeleceu uma presença militar e política direta que, segundo especialistas, coloca toda a América Latina sob a hegemonia de Washington.
O retorno da Doutrina Monroe
Para analistas de relações internacionais, a rapidez e a agressividade da invasão sinalizam que os Estados Unidos abandonaram a diplomacia de influência para retomar o controle territorial e econômico da região. O controle imediato das reservas de petróleo venezuelanas por empresas americanas é visto como o primeiro passo de uma reestruturação regional.
- Fim da Soberania Regional: Analistas alertam que a intervenção rompe com o princípio de não agressão nas Américas.
- Controle Estratégico: A presença de bases móveis e tropas em Caracas serve como um aviso a outros governos que mantêm laços com potências como China e Rússia.
- Impacto no Sul: Países como Brasil e Colômbia veem suas fronteiras transformadas em zonas de influência direta do Pentágono, reduzindo a autonomia do bloco sul-americano.
Consequências para o equilíbrio de poder
O domínio consolidado pelos EUA gera um clima de incerteza para as democracias vizinhas. Enquanto setores da direita regional celebram a queda de Maduro, lideranças diplomáticas temem que a região tenha se tornado, novamente, o “quintal” estratégico de Washington, onde a força militar sobrepõe-se aos acordos internacionais.
”A mensagem enviada é clara: não há espaço para divergência ideológica ou econômica no hemisfério ocidental”, afirma um relatório preliminar de inteligência regional.







