Lucas Silva Aoba transforma rotina rural de Jaguariaíva em fenômeno nas redes sociais

​O cenário é a calmaria do interior do Paraná, mas os números são de gente grande. Lucas Silva, mais conhecido pelo bordão “Aoba!”, tornou-se um dos principais embaixadores da vida no campo ao transformar a lida diária em Jaguariaíva, nos Campos Gerais, em conteúdo viral. Com uma mistura de autenticidade e humor, o “Influencer da Roça” já acumula milhões de visualizações ao mostrar que o cotidiano entre enxadas e animais pode ser tão fascinante quanto as luzes da cidade grande.

​O segredo do sucesso: Autenticidade e a Vaca Belinha

​Diferente das produções supereditadas dos grandes centros urbanos, o diferencial de Lucas está na simplicidade. Seus vídeos ensinam desde o preparo de um chimarrão “raiz” até a técnica correta para carpir a roça. No entanto, o brilho da produção é frequentemente dividido com a vaca Belinha, que se tornou uma celebridade à parte.

  • Belinha: A estrela bovina possui um perfil próprio que ultrapassa a marca de 3 mil seguidores dedicados.
  • Conteúdo: Vídeos que mostram o carinho e a interação inusitada entre o jovem e os animais da fazenda.
  • Impacto: A conexão de Lucas com o público vem da quebra de estereótipos sobre o jovem rural, unindo tradição e tecnologia.

​Do interior para o mundo: Tendência “Agro-Digital”

​A ascensão de Lucas Silva reflete um movimento crescente no Brasil: o Agro-Influencer. Segundo dados recentes do setor, conteúdos que humanizam a vida no campo têm gerado altas taxas de engajamento, atraindo inclusive marcas de maquinários e vestuário que buscam essa conexão genuína com o produtor rural e com o público urbano que busca “escapismo” na natureza.

​”A gente mostra a realidade. Não tem filtro para o suor do trabalho, mas também não falta alegria no que fazemos”, afirma o influenciador em suas interações.

​O que vem por aí?

​Lucas continua expandindo sua presença digital, focando agora em séries de vídeos que resgatam receitas tradicionais da região dos Campos Gerais e mostram os desafios das mudanças climáticas na agricultura familiar de pequeno porte. Sua trajetória prova que, para ser global, basta ser profundamente local.

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