Durante sabatina e entrevistas recentes, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva abordou temas sensíveis que envolvem citações a familiares, membros de sua equipe de governo e planos para a área de segurança pública.
Ao tratar sobre as suspeitas e investigações em relação ao seu filho, Fábio Luis Lula da Silva, o presidente afirmou ter convicção na sua inocência, classificando as acusações até o momento como meras ilações. Lula ressaltou, no entanto, que não intervirá de forma alguma nas apurações conduzidas pela Polícia Federal. De acordo com o mandatário, não haverá “um milímetro de movimento” para interferir nas apurações ou afastar delegados, e garantiu que, se for comprovado algum ato ilícito, qualquer responsabilização legal será cumprida como a de qualquer outro cidadão.
O chefe do Executivo também comentou a situação envolvendo seu chefe de gabinete, Marco Aurélio Santana Ribeiro (conhecido como Marcola). Lula classificou como um erro a conduta do assessor ao solicitar recursos a uma lobista e ressaltou que esse tipo de postura “não é o papel de um chefe de gabinete”.
Em relação à segurança pública e ao combate ao crime organizado, Lula reiterou sua intenção de expandir a presença do Estado e tomar iniciativas institucionais para “recuperar territórios” hoje controlados pelo banditismo e por facções. O presidente reforçou o objetivo de garantir que praças, ruas e escolas voltem ao domínio da população, detalhando projetos em andamento para definir com clareza as competências e responsabilidades entre a União, estados e municípios no setor.
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