Uma pesquisa recente realizada pelo instituto Equilíbrio Pesquisas entre os dias 5 e 16 de dezembro de 2025 acendeu o sinal de alerta para os atuais detentores de cadeiras na Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP). O levantamento, que ouviu 3 mil moradores da Região Metropolitana de Maringá, revela um cenário de fragmentação e forte presença de nomes que hoje não ocupam mandato, sugerindo que a renovação pode ser uma tônica para o próximo pleito.
Cenário estimulado: Nomes tradicionais e ex-parlamentares no topo
Na modalidade estimulada, onde uma lista de 20 nomes é apresentada aos entrevistados, o ex-deputado Homero Marchese (NOVO) lidera as intenções de voto com 6,2%. Logo atrás, aparecem figuras conhecidas da política regional: o ex-deputado Dr. Batista (UNIÃO) com 4,6% e o comunicador Lindolfo Júnior (PODE), que registra 4,5%.
Os vereadores de Maringá também demonstram força competitiva, com Flávio Mantovani (PSD) alcançando 4,2% e Mário Verri (PT) com 4,0%.
Confira os principais números da pesquisa:
| Candidato / Nome Citado | Partido | Intenção de Voto (%) |
|---|---|---|
| Homero Marchese | NOVO | 6,2% |
| Dr. Batista | UNIÃO | 4,6% |
| Lindolfo Júnior | PODE | 4,5% |
| Flávio Mantovani | PSD | 4,2% |
| Mário Verri | PT | 4,0% |
| Do Carmo | PODE | 3,8% |
| Sidnei Teles | PODE | 3,5% |
| Evandro Araújo | PSD | 3,0% |
| Indecisão ainda é o maior “candidato” | ||
| O dado mais impactante do levantamento, contudo, não recai sobre um nome específico, mas sobre o alto índice de eleitores que ainda não escolheram um representante. Entre os que não sabem, não responderam, votariam em branco ou nulo, o montante chega a 46,50%. | ||
| Esse vácuo de quase metade do eleitorado reforça a tese de que os atuais deputados estaduais, como Do Carmo, Evandro Araújo, Maria Vitória e Soldado Adriano José, terão que intensificar suas bases e entregas para garantir a manutenção de seus cargos. | ||
| Desafios para os atuais mandatários | ||
| Enquanto nomes como Giseli Bianchini (2,2%), Edson Scabora (2,1%) e o secretário de aceleração Aníbal Bianchini (2,0%) tentam viabilizar suas candidaturas, os parlamentares que buscam a reeleição enfrentam um desgaste natural ou uma dispersão de votos. Maria Vitória (PP) e Soldado Adriano José (PP), por exemplo, aparecem empatados com 1,5% cada, um índice considerado baixo para quem já possui a máquina e visibilidade parlamentar. | ||
| Metodologia | ||
| A pesquisa da Equilíbrio Pesquisas foi realizada presencialmente nos municípios de Maringá, Sarandi, Marialva, Mandaguari, Mandaguaçu e Paiçandu. O levantamento possui um intervalo de confiança de 95% e a margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. | ||
| Gostaria que eu fizesse uma análise detalhada sobre o desempenho específico de algum desses partidos ou candidatos para a sua próxima matéria? |
Indecisão ainda é o maior “candidato”
O dado mais impactante do levantamento, contudo, não recai sobre um nome específico, mas sobre o alto índice de eleitores que ainda não escolheram um representante. Entre os que não sabem, não responderam, votariam em branco ou nulo, o montante chega a 46,50%.
Esse vácuo de quase metade do eleitorado reforça a tese de que os atuais deputados estaduais, como Do Carmo, Evandro Araújo, Maria Vitória e Soldado Adriano José, terão que intensificar suas bases e entregas para garantir a manutenção de seus cargos.
Desafios para os atuais mandatários
Enquanto nomes como Giseli Bianchini (2,2%), Edson Scabora (2,1%) e o secretário de aceleração Aníbal Bianchini (2,0%) tentam viabilizar suas candidaturas, os parlamentares que buscam a reeleição enfrentam um desgaste natural ou uma dispersão de votos. Maria Vitória (PP) e Soldado Adriano José (PP), por exemplo, aparecem empatados com 1,5% cada, um índice considerado baixo para quem já possui a máquina e visibilidade parlamentar.
Metodologia
A pesquisa da Equilíbrio Pesquisas foi realizada presencialmente nos municípios de Maringá, Sarandi, Marialva, Mandaguari, Mandaguaçu e Paiçandu. O levantamento possui um intervalo de confiança de 95% e a margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.













Eu acho que é o fim de alguns
O povo espera mais dos políticos e é justamente aí que mora o problema dos carreiristas
CHEGA DOS MESMOS