A recente viagem do músico Roberto de Carvalho a Paris acendeu as redes sociais e os bastidores do mundo dos famosos. Viúvo da icônica cantora Rita Lee, o artista de 73 anos publicou registros em solo francês acompanhado da empresária Lilibeth Monteiro de Carvalho, de 68 anos. O envolvimento entre os dois, que já namoraram na adolescência, levantou rumores sobre um possível reencontro amoroso e colocou sob os holofotes a trajetória e a impressionante fortuna familiar de Lilibeth.
Os boatos ganharam força após interações públicas na internet. Em uma foto compartilhada por Roberto em frente ao Arco do Triunfo, a empresária fez questão de elogiar: “Tá muito gato!”. O suposto casal também foi flagrado por amigos em jantares e passeios pela capital francesa. Desde o falecimento de Rita Lee, em maio de 2023, devido a complicações de um câncer de pulmão, Roberto de Carvalho vinha mantendo total discrição sobre sua vida pessoal e não havia assumido nenhum relacionamento público.
Histórico com o poder e clã bilionário
Celi Elisabete Júlia Monteiro de Carvalho, conhecida amplamente como Lilibeth, carrega um histórico marcante na elite brasileira. Na juventude, ela foi casada com o ex-presidente Fernando Collor de Mello entre 1975 e o início dos anos 1980, união da qual nasceram dois filhos: Arnon Affonso e Joaquim Pedro. Após o divórcio de Collor, ela teve outros casamentos e filhos, incluindo passagens pela vida conjugal com o banqueiro Aldo Floris e o cineasta Euclydes Marinho.
No entanto, o verdadeiro pilar de sua influência está no mundo dos negócios. Lilibeth é herdeira da família Monteiro Aranha, um dos clãs empresariais mais tradicionais e influentes do país, fundado há mais de um século, em 1921. Atualmente, ela ocupa os cargos de vice-presidente e membro do conselho de administração da holding Grupo Monteiro Aranha.
A magnitude da fortuna familiar é expressiva. Em 2022, a revista Forbes avaliou o patrimônio do clã — personificado na figura de seu falecido primo Olavo Egydio Monteiro de Carvalho e família — em cerca de R$ 5,5 bilhões. O conglomerado detém participações societárias históricas e de peso em gigantes da economia nacional, como a empresa de papel e celulose Klabin e o grupo Ultrapar. Movimentando ainda mais o mercado financeiro, os controladores da Monteiro Aranha iniciaram um processo para fechar o capital da holding, em uma operação de recompra de ações de acionistas minoritários avaliada em até R$ 135 milhões.
Até o momento, nem Roberto de Carvalho nem Lilibeth Monteiro de Carvalho se pronunciaram oficialmente para confirmar se a reaproximação na Europa trata-se de um namoro ou apenas de um reencontro amigável entre velhos conhecidos do passado.
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