O descarte irregular de esterco animal em um rio de Maringá, no Norte do Paraná, mobilizou as equipes da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) e autoridades ambientais. De acordo com a Sanepar, a contaminação da água foi um problema momentâneo e a situação já foi controlada, com o abastecimento de água completamente normalizado para a população da região.
O ato de poluição hídrica foi classificado de forma imediata como crime ambiental. As autoridades locais e órgãos de fiscalização já iniciaram as investigações para identificar os responsáveis pelo despejo dos resíduos orgânicos no corpo d’água.
De acordo com a Legislação Ambiental brasileira, as sanções para esse tipo de infração são severas. Os envolvidos podem enfrentar:
- Multas financeiras: Os valores aplicados podem chegar a até R$ 50 milhões, dependendo da extensão do dano provocado ao ecossistema e à rede de captação.
- Penalidades criminais: O crime ambiental também prevê pena de reclusão de até cinco anos de prisão para os responsáveis diretos.
A Sanepar reforçou que monitora continuamente a qualidade da água captada e tratada, garantindo que o produto distribuído atenda a todos os padrões de potabilidade exigidos pelos órgãos de saúde antes de chegar às torneiras dos consumidores.









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