Saúde

Sesa emite nota oficial sobre idoso com suspeita de infecção hospitalar no HRL; estado de saúde preocupa familiares

O caso de um idoso internado no Hospital Regional do Litoral (HRL), em Paranaguá, ganhou novos capítulos de tensão neste sábado. Após denúncias sobre o agravamento do quadro clínico do paciente, que apresenta um inchaço abdominal severo e abertura de pontos cirúrgicos, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) se manifestou oficialmente sobre o ocorrido.

​O agravamento do quadro

​Segundo relatos de familiares e atualizações colhidas em redes sociais, a situação do idoso tornou-se crítica durante a tarde de hoje. O abdômen do paciente apresentou um inchaço ainda mais acentuado, o que teria forçado a abertura da ferida operatória.

​A família sustenta a suspeita de infecção hospitalar, apontando que o quadro clínico regrediu drasticamente após o procedimento inicial. Imagens e relatos que circulam buscam chamar a atenção das autoridades para a urgência de uma intervenção especializada ou transferência.

​A posição oficial da Sesa

​Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) informou que está monitorando o caso por meio da direção do Hospital Regional do Litoral. No entanto, o tom da resposta gerou ainda mais indignação entre os parentes:

  • Evolução esperada: A secretaria trata o quadro, até o momento, dentro de uma “normalidade” prevista para o tipo de procedimento realizado.
  • Conduta médica: O órgão afirmou que o paciente está recebendo a assistência necessária e que a equipe médica aguarda a evolução clínica para determinar os próximos passos.
  • Protocolos: A Sesa não confirmou a presença de infecção bacteriana hospitalar, condicionando qualquer diagnóstico a exames laboratoriais e ao acompanhamento contínuo.

​Contexto e preocupação local

​O Hospital Regional do Litoral tem sido alvo de constantes cobranças quanto à agilidade no atendimento e infraestrutura. Casos de complicações pós-operatórias em pacientes idosos são acompanhados de perto por órgãos de fiscalização, devido à vulnerabilidade desse grupo a patógenos hospitalares.

​Enquanto a Sesa pede cautela e aguarda a resposta biológica do paciente, a família corre contra o tempo, temendo que a demora em uma nova intervenção possa ser fatal.

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