A Administração Geral de Alfândegas da China (GACC) retirou o embargo imposto a três plantas frigoríficas brasileiras, localizadas nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Goiás. Com a decisão, os estabelecimentos estão oficialmente autorizados a retomar os embarques de carne bovina para o principal mercado comprador do produto brasileiro.
A medida representa um alívio importante para o setor pecuarista nacional, que vinha negociando a liberação das unidades junto às autoridades sanitárias chinesas. O veto temporário, que havia sido aplicado anteriormente devido a exigências de protocolos de controle e conformidade técnica, foi levantado após a comprovação do cumprimento de todas as exigências bilaterais de segurança alimentar.
Impacto no mercado e distribuição regional
A retomada das operações impacta diretamente a balança comercial dos estados envolvidos, que possuem forte tradição na cadeia de proteína animal. A distribuição das unidades liberadas abrange pontos estratégicos do país:
- São Paulo: Polo industrial com forte infraestrutura logística de exportação.
- Minas Gerais: Estado com crescimento robusto no rebanho e na produção de cortes de alta qualidade.
- Goiás: Um dos líderes nacionais em processamento e exportação de carne bovina no Centro-Oeste.
Com a normalização do fluxo comercial, a expectativa do setor é que o ritmo de embarques ganhe tração nas próximas semanas, consolidando o Brasil como o maior fornecedor global de carne bovina para o mercado asiático.





