A influenciadora e criadora de conteúdo do perfil @esporasdelas utilizou suas redes sociais recentemente para fazer um desabafo contundente sobre uma série de ataques que afirma estar sofrendo. Em um vídeo publicado em seu Instagram, ela relatou ser alvo de roubo, perseguição e campanhas de difamação (as chamadas “fofocas”) que teriam o objetivo de interromper o seu trabalho voltado ao atendimento e informação da população.
A denúncia, carregada de tom emocional, utiliza o ditado popular “ninguém atira pedra em pé de limão” para sugerir que os ataques são fruto do crescimento e da relevância de sua atuação. Segundo a criadora, o trabalho desenvolvido preza pela verdade e pelo respeito, o que estaria incomodando grupos de “má fé”.
Providências jurídicas e apelo ao público
Diante da gravidade da situação, a responsável pelo @esporasdelas confirmou que não pretende recuar e já iniciou as medidas legais cabíveis:
- Protocolos Judiciais: A influenciadora afirmou que processos já foram abertos para identificar os responsáveis e garantir que a verdade seja restabelecida.
- Transparência com os Seguidores: Ela fez um apelo direto para que sua comunidade curta, comente e compartilhe seus conteúdos, alegando que a população está sendo “enganada” por narrativas falsas criadas por seus detratores.
- Resiliência: O foco agora, segundo a publicação, é manter os protocolos de segurança e justiça para que o projeto continue operando sem as interferências de terceiros.
O fenômeno da perseguição digital (Cyberstalking)
O caso do perfil Esporas Delas reflete um cenário comum no ambiente digital brasileiro em 2026, onde figuras públicas e influenciadores de nicho enfrentam o cyberstalking e o uso estratégico de notícias falsas para desestabilizar reputações. Especialistas em direito digital reforçam que:
“O uso de ‘fofocas’ e perseguição organizada para silenciar comunicadores pode configurar crimes de calúnia, injúria e difamação, além de perseguição (Art. 147-A do Código Penal), com penas agravadas se cometidas no ambiente virtual.”
Até o momento, os nomes dos envolvidos no suposto roubo e nas perseguições não foram revelados publicamente, aguardando o sigilo das investigações judiciais mencionadas pela criadora. O público, por sua vez, tem reagido com mensagens de apoio, reforçando o engajamento do perfil em meio à polêmica.




