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Ataque dos EUA na Venezuela termina com 40 mortos

Ataque dos EUA na Venezuela termina com 40 mortos

Uma operação militar de larga escala deflagrada pelos Estados Unidos na madrugada deste sábado (3 de janeiro de 2026) resultou na morte de ao menos 40 pessoas e na captura do líder venezuelano Nicolás Maduro. A ação, confirmada pelo presidente Donald Trump, marca uma escalada sem precedentes na crise política da América Latina e foi detalhada pelo jornal The New York Times.

​Detalhes da operação e vítimas

​A ofensiva teve início por volta das 2h (horário local), com bombardeios estratégicos em Caracas e regiões vizinhas, como Miranda e La Guaira. O foco inicial foram sistemas de defesa antiaérea e bases militares, incluindo a base de La Carlota e o quartel Fuerte Tiuna.

​De acordo com fontes médicas e oficiais:

  • Vítimas: Entre os 40 mortos estão militares venezuelanos e civis atingidos durante as explosões.
  • Aeronaves: A operação envolveu cerca de 150 aeronaves dos EUA, incluindo caças F-22 e bombardeiros B-1B.
  • Baixas americanas: Trump informou que não houve mortes entre os soldados dos EUA, embora alguns tenham ficado feridos quando um helicóptero foi atingido por estilhaços.

​Captura e transferência de Maduro

​O objetivo central da incursão foi cumprido com a detenção de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. Ambos foram retirados do país sob custódia federal e levados para os Estados Unidos. Imagens divulgadas pela Casa Branca mostram Maduro chegando a Nova York, onde deve enfrentar acusações de narcoterrorismo e conspiração.

​Trump classificou a operação como “brilhante” e afirmou que a ação visa garantir que o Hemisfério Ocidental não seja mais desafiado. O presidente americano indicou ainda que os EUA supervisionarão um processo de transição, mas já descartou o apoio imediato à opositora María Corina Machado, citando a intenção de administrar a situação por meio de um grupo designado por Washington.

​Reação internacional e situação no Brasil

​A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, condenou o que chamou de “sequestro ilegal” e declarou que o país nunca será uma colônia. Ela assumiu como presidente interina em uma cerimônia privada e convocou a resistência popular.

​No Brasil, o governo reagiu com cautela e preocupação:

  • Presidente Lula: Condenou a operação, classificando-a como uma violação gravíssima do direito internacional e da soberania nacional.
  • Fronteira: O estado de Roraima permanece em alerta máximo, monitorando o fluxo migratório em Pacaraima.
  • Itamaraty: O Brasil reconheceu momentaneamente Delcy Rodríguez como presidente interina para manter canais diplomáticos abertos, enquanto pede uma reunião de emergência na ONU.

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