EUA e Israel atacam o Irã em ofensiva para destruir programa nuclear; Trump fala em “Fúria Épica”
Os Estados Unidos e Israel lançaram, na madrugada deste sábado (28 de fevereiro de 2026), uma operação militar conjunta de larga escala contra o Irã. O ataque, batizado pelo Pentágono de “Operação Fúria Épica”, teve como alvos principais a capital, Teerã, e pelo menos outras seis cidades estratégicas: Qom, Tabriz, Kermanshah, Karaj, Khorramabad e Isfahan.
Em um pronunciamento de oito minutos realizado pela rede Truth Social, o presidente Donald Trump confirmou o início das hostilidades e declarou que o objetivo central da ofensiva é “destruir o programa nuclear iraniano” e eliminar o que chamou de “ameaças de um regime vicioso contra o povo americano”. Trump instou a população iraniana a se abrigar e sugeriu que este é o momento para que os cidadãos tomem o controle do próprio destino, sinalizando um apoio direto à queda do atual governo dos aiatolás.
Fracasso diplomático e escalada militar
A ação militar ocorre apenas horas após o colapso das negociações nucleares em Genebra. Segundo fontes diplomáticas, o diálogo entre Washington e Teerã chegou a um impasse definitivo na última semana, levando os EUA a mobilizarem sua maior força militar no Oriente Médio desde 2003, incluindo dois porta-aviões, 12 contratorpedeiros e caças F-22.
O Ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, classificou a intervenção como um “ataque preventivo” necessário para garantir que o Irã nunca obtenha armas nucleares. Relatos locais indicam que o complexo da presidência iraniana em Teerã e instalações militares da Guarda Revolucionária foram atingidos.
Retaliação imediata e tensão regional
O Irã não tardou a responder. A Guarda Revolucionária Islâmica anunciou o início de uma “primeira onda de ataques” com mísseis balísticos e drones contra o território de Israel e bases militares americanas na região. Explosões foram reportadas próximas a instalações dos EUA no Bahrein, Kuwait e Catar, enquanto sirenes de alerta soaram em diversas cidades israelenses.
Até o fechamento desta edição, não havia um balanço oficial de mortos ou feridos, mas a mídia estatal iraniana confirmou que o espaço aéreo do país foi totalmente fechado e que órgãos do governo sofreram ataques cibernéticos simultâneos aos bombardeios. Líderes internacionais expressam temor de que o conflito se transforme em uma guerra regional de proporções imprevisíveis.
































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