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Trump indica sucessor para liderança do Irã após confirmar morte de Khamenei em ataques

Trump indica sucessor para liderança do Irã após confirmar morte de Khamenei em ataques

Em uma reviravolta dramática no cenário geopolítico global, o presidente Donald Trump afirmou, em entrevista exclusiva à rede ABC News neste sábado (28 de fevereiro de 2026), que os Estados Unidos já identificaram um nome para assumir o comando do Irã. A declaração ocorre poucas horas após o governo americano e fontes israelenses confirmarem a morte do líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, durante uma massiva operação militar conjunta no país persa.

​Questionado pela correspondente Rachel Scott sobre quem poderia preencher o vácuo de poder em Teerã, Trump foi direto: “Sim, temos uma ideia muito boa [de quem será o sucessor]”. Embora não tenha revelado a identidade do escolhido, o presidente sugeriu que a mudança faz parte de uma estratégia para “devolver o país ao seu povo”.

​Ofensiva sem prazo para terminar

​Durante a entrevista, o republicano adotou um tom assertivo sobre a continuidade das operações militares, que visam desmantelar a infraestrutura nuclear e o aparato de repressão da República Islâmica.

  • Duração das operações: Ao ser indagado sobre até quando os bombardeios continuariam, Trump disparou: “O tanto que nós quisermos, na verdade”.
  • Baixas no regime: O presidente reiterou que a cúpula do governo iraniano foi severamente atingida. “Boa parte da liderança já se foi. Eles estão incapacitados”, afirmou, referindo-se aos ataques que atingiram complexos do governo e da Guarda Revolucionária.

​Reações e contexto

​A morte de Khamenei, descrita por Trump em suas redes sociais como “a maior chance para o povo iraniano retomar seu país”, gerou reações imediatas ao redor do mundo. Enquanto aliados como Israel e o presidente argentino Javier Milei celebraram o desfecho da operação, potências como a China iniciaram a evacuação de seus cidadãos do território iraniano, temendo uma escalada ainda maior.

​Internamente, Trump defendeu que a intervenção possui um caráter “humanitário”, alegando que o alvo é o sistema de opressão dos aiatolás e não a população civil. Contudo, a movimentação de indicar um sucessor já levanta debates sobre a soberania iraniana e a formação de um novo governo sob influência direta de Washington.

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