Carregando agora

Protesto em Copacabana contra Lula e ministros do STF reúne 4,7 mil pessoas

Protesto em Copacabana contra Lula e ministros do STF reúne 4,7 mil pessoas

Manifestantes da oposição ocuparam a orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, neste domingo (1º de março de 2026), em um ato marcado por críticas contundentes ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo estimativas do Monitor do Debate Político da USP, o evento reuniu cerca de 4,7 mil pessoas em seu momento de maior concentração.

​Pautas e lideranças presentes

​O protesto, parte de uma mobilização nacional intitulada “Acorda Brasil”, foi articulado por lideranças da direita, com destaque para o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). No Rio, a manifestação contou com a presença de figuras proeminentes do Partido Liberal (PL), como:

  • Carlos Jordy (Deputado Federal)
  • General Pazuello (Deputado Federal)
  • Sóstenes Cavalcanti (Deputado Federal)
  • Carlos Portinho (Senador)

​As principais reivindicações do grupo incluíram o pedido de anistia para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro e críticas à condução de inquéritos no STF, especialmente citando os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. Recentemente, o discurso da oposição também incorporou críticas à atuação do governo e do Judiciário no caso envolvendo o Banco Master, tema que ganhou tração nas redes sociais nas últimas semanas.

​Contexto e adesão

​Embora a mobilização tenha ocorrido em mais de 20 cidades brasileiras, os números em Copacabana refletem uma adesão menor em comparação a atos históricos anteriores na mesma localidade.

Nota do Monitor: A contagem de 4,7 mil pessoas foi realizada por meio de software de análise de imagem e possui uma margem de erro de aproximadamente 12%.

​Enquanto o ato no Rio acontecia pela manhã, outras capitais como Belo Horizonte e Brasília também registraram movimentações. Em São Paulo, o protesto na Avenida Paulista ocorreu no período da tarde, reunindo os governadores Romeu Zema (Minas Gerais) e Ronaldo Caiado (Goiás), além de Flávio Bolsonaro.

​Até o fechamento desta edição, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal não haviam emitido declarações oficiais sobre as manifestações deste domingo.

Você Pode Ter Perdido

Entrar

Cadastrar

Redefinir senha

Digite o seu nome de usuário ou endereço de e-mail, você receberá um link para criar uma nova senha por e-mail.