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Meta e Mark Zuckerberg planejam corte de 20% da força de trabalho para bancar investimentos bilionários em IA

Meta e Mark Zuckerberg planejam corte de 20% da força de trabalho para bancar investimentos bilionários em IA

A Meta, empresa controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp, está em meio a discussões internas para realizar uma nova e massiva rodada de demissões. Segundo informações reportadas pela agência Reuters e diversos veículos internacionais neste sábado, 14 de março de 2026, os cortes podem atingir 20% ou mais do quadro global de funcionários, o que representaria a saída de aproximadamente 16 mil pessoas.

​O movimento ocorre em um momento de transição agressiva liderada por Mark Zuckerberg. O CEO tem direcionado o foco da companhia para a inteligência artificial generativa e a busca pela “superinteligência”, uma estratégia que exige investimentos colossais.

​Os motivos por trás da reestruturação

​Diferente do “Ano da Eficiência” em 2023, que visava a correção de excessos pós-pandemia, esta nova onda de demissões está diretamente ligada aos custos de infraestrutura e talentos.

  • Investimento massivo: A Meta planeja investir cerca de US$ 600 bilhões em infraestrutura de IA e data centers até 2028.
  • Aquisições estratégicas: Recentemente, a empresa gastou bilhões em negociações como a fatia de US$ 14,5 bilhões na Scale AI e a aquisição das startups Manus e Moltbook (uma rede social exclusiva para agentes de IA).
  • A “Eficiência” da própria IA: Zuckerberg tem defendido publicamente que ferramentas de IA permitem que tarefas antes realizadas por grandes equipes sejam agora executadas por “um único indivíduo altamente talentoso”.

​Desafios técnicos

​Apesar do alto investimento, a Meta enfrenta percalços no desenvolvimento de seus modelos. O novo modelo de linguagem, codinome Avocado, estaria sofrendo atrasos após não atingir os resultados esperados em testes comparativos com rivais como o Gemini 3, do Google. Além disso, a empresa cancelou o lançamento do Behemoth, a maior versão do seu modelo Llama 4, após críticas sobre inconsistências nos dados.

​Cenário de mercado

​O porta-voz da Meta, Andy Stone, classificou as informações como “especulações sobre abordagens teóricas”. No entanto, o mercado financeiro reagiu com leve alta nas ações após o fechamento do pregão, sinalizando que investidores veem com bons olhos a redução de custos fixos para financiar a corrida tecnológica.

​A Meta não está sozinha: empresas como Amazon e a fintech Block também anunciaram cortes significativos no início de 2026, citando a automação por IA como o principal motor para a redução de pessoal.

​Gostaria que eu fizesse um comparativo entre o número de demissões da Meta e de outras gigantes do setor tecnológico este ano?

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