O advogado e ex-presidente do diretório do PRTB em São Paulo, Joaquim Pereira de Paula Neto, acusou formalmente o presidente nacional da sigla, Leonardo Avalanche, de ter sido o mandante do suposto atentado a tiros ocorrido em Brasília. O episódio foi registrado em outubro de 2024 na rodovia DF-001, em Sobradinho, quando o carro blindado em que o advogado estava acompanhado da advogada Patrícia Reitter de Jesus Oliveira foi atingido por disparos efetuados por ocupantes de uma motocicleta.
A acusação foi apresentada às autoridades no âmbito das investigações conduzidas pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio do Departamento de Combate ao Crime Organizado (Decor). De acordo com os relatórios da perícia policial, o veículo blindado foi atingido por pelo menos quatro disparos de arma de fogo. Apesar da gravidade do ataque, nenhum dos passageiros ficou ferido.
Na época dos disparos, a apuração tomou novas proporções devido às denúncias prévias feitas por integrantes da legenda envolvendo disputas internas de poder e suspeitas de ligação de membros do partido com organizações criminosas. Inicialmente, declarações públicas do próprio presidente nacional do PRTB, Leonardo Avalanche, haviam repudiado o atentado, defendendo apuração e punição aos envolvidos. Contudo, os depoimentos prestados e as petições apresentadas à polícia apontam para um racha interno profundo dentro da estrutura partidária.
Para acompanhar o andamento de apurações oficiais, o portal do Tribunal Superior Eleitoral e os canais da Polícia Civil do Distrito Federal oferecem atualizações institucionais e esclarecimentos sobre a conduta das legendas políticas.
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