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Mortos em ataque dos EUA contra Venezuela sobem para 80, aponta The New York Times

Mortos em ataque dos EUA contra Venezuela sobem para 80, aponta The New York Times

O balanço de vítimas fatais decorrente da ofensiva militar dos Estados Unidos em solo venezuelano subiu para 80 pessoas, conforme informações publicadas pelo jornal The New York Times neste domingo (4). A operação, autorizada pelo presidente Donald Trump, resultou na captura de Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, que já foram transferidos para Nova York.

​Detalhes da Operação e Vítimas

​De acordo com fontes do alto escalão venezuelano ouvidas pela reportagem norte-americana, o número de mortos dobrou em relação às estimativas iniciais de 40 vítimas. O contingente de mortos inclui tanto civis quanto militares da guarda de segurança de Maduro, que teriam sido alvejados durante a incursão.

  • Zonas Atingidas: Explosões foram registradas em pontos estratégicos de Caracas, como o Forte Tiuna (principal complexo militar), a Base Aérea de La Carlota e o Quartel de la Montaña.
  • Danos Civis: Relatos indicam que áreas residenciais, como um prédio em Catia La Mar, foram atingidas. Entre as vítimas civis confirmadas está uma idosa de 80 anos.
  • Prisão de Maduro: O ex-líder venezuelano e sua esposa chegaram aos EUA sob custódia federal. Trump afirmou que a operação foi um sucesso e que o objetivo é garantir uma “transição adequada” no país sul-americano.

​Reações Internacionais e Crise Diplomática

​A ação militar provocou uma onda de condenações globais. O governo da Venezuela, agora representado interinamente por Delcy Rodríguez com o apoio das Forças Armadas bolivarianas, classificou o ato como um “sequestro covarde” e “terrorismo internacional”.

​”O sequestro de Maduro aconteceu depois de assassinarem a sangue frio grande parte de sua equipe de segurança”, afirmou o ministro da Defesa, Vladimir Padrino López.

​No cenário global, a tensão atingiu o ápice:

  • Brasil e América Latina: Brasil, Chile, Colômbia, México e Uruguai emitiram uma nota conjunta condenando a intervenção militar e pedindo respeito à soberania nacional.
  • Rússia e China: Ambas as potências exigiram a libertação imediata de Maduro e convocaram uma reunião de emergência no Conselho de Segurança da ONU, marcada para esta segunda-feira (5).

​O Que Esperar Agora

​A ONU deve mediar o primeiro debate oficial sobre a legalidade da intervenção nesta tarde. Enquanto isso, o governo Trump sinaliza que pretende exercer influência direta sobre as reservas de petróleo venezuelanas durante o período de transição.

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