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Israel e Irã intensificam guerra regional com bombardeios em Teerã e ataques a Riade

Israel e Irã intensificam guerra regional com bombardeios em Teerã e ataques a Riade

​A escalada militar no Oriente Médio atingiu um novo e perigoso patamar nesta terça-feira, 3 de março de 2026. O exército de Israel lançou uma nova onda de bombardeios contra a capital iraniana, Teerã, enquanto as forças de Irã responderam com ataques diretos contra a Arábia Saudita e outros aliados dos Estados Unidos na região do Golfo.

​Conflito se espalha para o Líbano e o Golfo

​O Exército de Israel (IDF) confirmou que as operações não se limitam ao território iraniano. Em uma ofensiva simultânea, instalações do grupo Hezbollah, no Líbano, foram alvo de ataques aéreos massivos. Segundo as autoridades israelenses, a ação visa neutralizar ameaças imediatas e destruir estoques de mísseis que poderiam ser usados em retaliação aos ataques em Teerã.

​No cenário regional, o Irã intensificou sua contraofensiva. Pela manhã, a Embaixada dos Estados Unidos em Riade, na Arábia Saudita, foi atingida por drones, resultando em um incêndio. Embora o Ministério da Defesa saudita tenha informado que o prédio estava vazio no momento e os danos foram limitados, o episódio marca uma violação crítica da segurança diplomática na capital saudita.

​Principais desdobramentos nas últimas horas:

  • Ataque à Embaixada: Drones iranianos atingiram o complexo diplomático dos EUA em Riade; americanos em todo o Reino foram orientados a buscar abrigo imediatamente.
  • Frente Libanesa: Israel emitiu avisos de evacuação para mais de 50 vilarejos no sul do Líbano e realizou mais de 70 ataques aéreos, inclusive em áreas suburbanas de Beirute.
  • Impacto no Petróleo: O Irã ameaçou fechar formalmente o Estreito de Ormuz, e ataques a refinarias sauditas já provocaram uma alta expressiva nos preços internacionais do barril de petróleo.
  • Vítimas: Relatos preliminares indicam que o número de mortos na campanha iniciada no último fim de semana já ultrapassa 550 no Irã e dezenas no Líbano.

​A comunidade internacional observa com temor o que o presidente dos EUA, Donald Trump, descreveu como um conflito que pode durar “várias semanas”, enquanto o governo de Israel afirma que continuará a operação até que a “ameaça existencial” representada pelo regime iraniano e seus aliados seja removida.

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