Trump e Netanyahu ordenam ofensiva contra o Irã para impedir bomba nuclear iminente
WASHINGTON – Em uma escalada militar sem precedentes no Oriente Médio, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, justificou o início da “Operação Epic Fury” (Fúria Épica) com a afirmação de que o regime iraniano estaria a apenas duas semanas de obter uma arma nuclear. A ofensiva, realizada em conjunto com Israel sob as ordens do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, teve como alvos principais instalações de enriquecimento de urânio, bases de mísseis e o alto comando da República Islâmica.
De acordo com declarações recentes de Trump, o ataque foi uma medida de “segurança global” necessária após o colapso das negociações diplomáticas que se arrastavam desde 2025. “Se não tivéssemos agido agora, teriam uma arma nuclear em duas semanas e o mundo enfrentaria uma ameaça intolerável”, afirmou o republicano em pronunciamento na Casa Branca.
O cenário atual e as últimas novidades
A situação na região atingiu o ponto de ebulição nos primeiros dias de março de 2026. Confira os desdobramentos mais recentes:
- Morte do Líder Supremo: Relatórios da mídia estatal iraniana e confirmados por fontes de inteligência ocidentais indicam que o aiatolá Ali Khamenei foi morto durante os bombardeios iniciais. Trump referiu-se ao episódio afirmando que a liderança militar do Irã foi “aniquilada em uma hora”.
- Destruição Naval e Nuclear: O Pentágono informou que a marinha iraniana foi virtualmente eliminada e que as principais centrífugas em Fordow e Natanz sofreram danos severos. Trump alegou que o Irã estava reconstruindo o programa “secretamente” em locais não declarados, o que motivou a nova onda de ataques.
- Retaliação Iraniana: Em resposta, o Irã declarou “guerra total” e lançou mísseis contra bases americanas no Kuwait, Catar e Bahrein, além de ataques diretos contra Israel. O governo iraniano negou que estivesse fabricando uma bomba e classificou a ação como uma “agressão ilegal” baseada em mentiras.
- Duração da Ofensiva: Embora inicialmente Trump tenha previsto uma operação de quatro a cinco semanas, ele declarou nesta semana que os EUA têm capacidade para manter a ofensiva “pelo tempo que for necessário” para garantir que o regime não possa se rearmar.
Críticas e Divergências
Apesar da retórica agressiva de Trump, especialistas e agências internacionais apresentam visões conflitantes. Relatórios da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) de março de 2026 indicavam que, embora o enriquecimento de urânio estivesse em níveis preocupantes, não havia evidências de um programa estruturado de fabricação de ogivas. Além disso, a comunidade de inteligência dos EUA havia negado meses antes que uma construção de arma estivesse em curso, o que levantou questionamentos no Congresso americano sobre a legalidade da guerra de “escolha” iniciada pela administração Trump.
Enquanto Israel celebra a degradação das capacidades de seu maior inimigo, líderes globais da China e da Rússia condenaram o ataque, alertando para o risco de uma corrida nuclear descontrolada caso o que reste do governo iraniano decida que a única forma de sobrevivência é, de fato, a posse de armas de destruição em massa.

































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