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Administrações do Parque Nacional do Iguaçu reforçam proibição de pular grades após novos flagrantes de turistas em situação de risco

Administrações do Parque Nacional do Iguaçu reforçam proibição de pular grades após novos flagrantes de turistas em situação de risco

​As administrações brasileira e argentina do Parque Nacional do Iguaçu emitiram um alerta rigoroso reforçando que ultrapassar, subir ou sentar em grades de segurança ou guarda-corpos nas Cataratas do Iguaçu é expressamente proibido. O aviso conjunto vem na esteira de episódios recentes em que visitantes colocaram as próprias vidas — e as de terceiros — em perigo severo dentro da unidade de conservação.

​O estopim do alerta e as sanções aos turistas

​A resposta firme das autoridades ganhou força imediata após um turista brasileiro pular na água na tentativa de recuperar um celular na região das quedas d’água. O homem foi interceptado por equipes de bombeiros civis, recebeu orientações sobre os perigos eminentes de sua conduta e acabou sendo retirado das dependências do parque.

​Esse não é um comportamento isolado. Semanas antes, no mirante da Garganta do Diabo — o ponto mais famoso e visitado do lado argentino —, um homem chocou as redes sociais ao ser flagrado segurando um bebê por cima das grades de proteção para tirar uma fotografia, deixando a criança exposta a uma queda de aproximadamente 80 metros.

O que diz o regulamento: Diante do aumento de atitudes irresponsáveis, as administrações alertam que os turistas que descumprirem as normas estão sujeitos a penalidades rígidas, que incluem:

  • ​Advertências verbais e formais;
  • ​Multas financeiras pesadas;
  • ​Expulsão imediata do complexo turístico;
  • ​Proibição de acesso a qualquer outro parque nacional da Argentina (no caso de infrações cometidas no lado vizinho).

​Estrutura de proteção e responsabilidade coletiva

​A concessionária Iguazú Argentina S.A. e a gestão do Parque Nacional do Iguaçu no Brasil reforçaram que toda a infraestrutura de passarelas, mirantes e corrimãos passa por manutenções constantes e segue padrões internacionais de segurança. No entanto, o sucesso dessas barreiras depende exclusivamente do bom senso coletivo.

​Caso algum objeto pessoal, como celulares, óculos ou chapéus, caia nas áreas isoladas, a orientação expressa é nunca tentar recuperá-lo por conta própria. O visitante deve acionar imediatamente os funcionários ou a equipe de emergência do parque, que possuem o treinamento e os equipamentos adequados para lidar com a situação sem gerar riscos de acidentes fatais.


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