Redução patrimonial do presidente é impulsionada por reajuste em fundos previdenciários
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a sua declaração de bens referente ao registro de candidatura para as eleições. Segundo dados disponibilizados no sistema oficial do tribunal, o patrimônio do chefe do Executivo registrou uma queda nominal de aproximadamente 35,7% nos últimos quatro anos.
Em 2022, Lula havia declarado ao TSE R$ 7.423.725,78 em bens. Na atualização atual, o montante caiu para R$ 4.775.650,64, representando uma redução de cerca de R$ 2,65 milhões.
Composição do patrimônio de Lula:
- Previdência Privada (VGBL): R$ 3,3 milhões (distribuídos entre Brasilprev e Bradesco).
- Imóveis: R$ 739,2 mil (incluindo terrenos, apartamento e uma casa em construção em São Bernardo do Campo).
- Aplicações e Contas: R$ 454,2 mil (contas correntes, renda fixa, CDBs e poupança).
- Créditos e Outros: R$ 179,3 mil em créditos referentes a distrato com a Bancoop, R$ 49 mil em participação na LILS Palestras e um veículo de R$ 50 mil.
A principal variação nos bens do presidente deu-se na modalidade de previdência privada (VGBL), que acumulava cerca de R$ 5,6 milhões em 2022 e passou para R$ 3,3 milhões no registro mais recente.
Bens do vice-presidente Geraldo Alckmin registram alta de 227%
Em contraste com a retração observada nos bens do presidente, o patrimônio declarado pelo vice-presidente Geraldo Alckmin apresentou crescimento significativo no mesmo período de quatro anos.
- Patrimônio em 2022: R$ 1,0 milhão
- Patrimônio atual: R$ 3,3 milhões
- Variação: Aumento de 227,3%
O principal bem informado por Alckmin é um plano de previdência privada no valor de R$ 812 mil, somado a investimentos em aplicações financeiras, imóveis, depósitos bancários e veículo.
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