AA composição das candidaturas majoritárias da chapa encabeçada por Fernando Haddad em São Paulo enfrenta ruídos políticos com aliados. A indicação do vereador Djalma Nery, do PSOL, para ocupação da primeira suplência na candidatura ao Senado de Marina Silva, do partido Rede Sustentabilidade, provocou reações desfavoráveis de integrantes da coligação e legendas parceiras.
Origem do impasse na coligação
A deliberação partiu da convenção promovida pela federação PSOL-Rede para a homologação dos nomes que integrarão o pleito. A vaga reservada à primeira suplência de Marina Silva foi direcionada ao vereador de São Carlos, Djalma Nery, expoente do setor ecossocialista do PSOL.
- Posição do PSOL-Rede: Defesa de que a indicação fortalece a pauta ambiental na chapa e expande a presença do grupo em cidades do interior paulista.
- Insatisfação no grupo político: Integrantes da base aliada ligados ao PT e siglas da coligação argumentam que a escolha reduz os espaços para acolher outras forças da aliança majoritária.
- Reação de partidos aliados: Lideranças de legendas como o PDT manifestaram desconforto publicamente e chegaram a pleitear posições na suplência para manter o equilíbrio político interna da coligação.
Cenário das negociações para a composição final
As tratativas entre as cúpulas partidárias seguem abertas para alinhar os pleitos dos partidos que compõem a aliança eleitoral antes do encerramento dos prazos formais de registro das candidaturas.
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