A menos de um ano das convenções partidárias para as eleições de 2026, o cenário para a Câmara Federal em Maringá e região metropolitana revela um eleitorado ainda distante do debate político. Segundo levantamento recente realizado presencialmente, 59,3% dos entrevistados afirmaram estar indecisos, votariam em branco/nulo ou não escolheram nenhum dos nomes apresentados. A pulverização de votos e o alto índice de indecisão sugerem que a disputa pelas cadeiras em Brasília ainda não engrenou na mente do cidadão comum, mesmo com nomes de peso da política paranaense no tabuleiro. O cenário entre os nomes lembrados Entre os candidatos citados na pesquisa estimulada, o Sargento Fahur (PSD) aparece na liderança numérica com 8,6%. O parlamentar, que recentemente foi premiado como o melhor deputado federal do Paraná pelo Prêmio Congresso em Foco 2025, mantém sua base consolidada em pautas de segurança pública. Logo atrás, em empate técnico dentro da margem de erro, aparecem o ex-prefeito de Maringá e atual Secretário de Planejamento do Estado, Ulisses Maia (PSD), com 8%, e o ex-ministro Ricardo Barros (PP), com 7,2%. Confira o desempenho dos 10 nomes apresentados:
Candidato
Porcentagem (%)
Sargento Fahur (PSD)
8,6%
Ulisses Maia (PSD)
8,0%
Ricardo Barros (PP)
7,2%
Luiz Nishimori (PL)
6,0%
Mariucci (PT)
2,8%
Delegado Francischini (Solidariedade)
2,3%
Beto Preto (PSD)
2,0%
Luísa Canziani (PSD)
1,6%
Felipe Francischini (PODE)
1,2%
Ducci (PSB)
1,0%
Indecisos, outros, nenhum
59,3%
Análise do contexto político atual
A presença de Ulisses Maia no topo da lista reflete sua transição da prefeitura de Maringá para o governo estadual sob a gestão de Ratinho Júnior (PSD). Sua atuação como Secretário de Planejamento em 2025 tem servido como vitrine para consolidar sua imagem na região metropolitana, visando o salto para o Congresso Nacional.
Já Ricardo Barros, um dos articuladores mais experientes do estado, continua figurando entre os favoritos, utilizando sua influência no PP e sua proximidade com grandes projetos de infraestrutura na região. Luiz Nishimori (PL), com 6%, demonstra resiliência em sua base eleitoral tradicional ligada ao setor produtivo e à comunidade nipo-brasileira.
Metodologia da pesquisa
O levantamento foi realizado presencialmente nos municípios de Maringá, Sarandi, Marialva, Mandaguari, Mandaguaçu e Paiçandu.
Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Intervalo de confiança: 95%. O dado mais relevante da amostragem, contudo, permanece sendo o vácuo de representatividade: quase 6 em cada 10 eleitores da região ainda não se sentem representados ou não decidiram em quem confiar seu voto para deputado federal, o que abre espaço para reviravoltas e o surgimento de novos nomes até o pleito de outubro de 2026.
Candidato
Porcentagem (%)
Sargento Fahur (PSD)
8,6%
Ulisses Maia (PSD)
8,0%
Ricardo Barros (PP)
7,2%
Luiz Nishimori (PL)
6,0%
Mariucci (PT)
2,8%
Delegado Francischini (Solidariedade)
2,3%
Beto Preto (PSD)
2,0%
Luísa Canziani (PSD)
1,6%
Felipe Francischini (PODE)
1,2%
Ducci (PSB)
1,0%
Indecisos, outros, nenhum
59,3%
Análise do contexto político atual
A presença de Ulisses Maia no topo da lista reflete sua transição da prefeitura de Maringá para o governo estadual sob a gestão de Ratinho Júnior (PSD). Sua atuação como Secretário de Planejamento em 2025 tem servido como vitrine para consolidar sua imagem na região metropolitana, visando o salto para o Congresso Nacional.
Já Ricardo Barros, um dos articuladores mais experientes do estado, continua figurando entre os favoritos, utilizando sua influência no PP e sua proximidade com grandes projetos de infraestrutura na região. Luiz Nishimori (PL), com 6%, demonstra resiliência em sua base eleitoral tradicional ligada ao setor produtivo e à comunidade nipo-brasileira.
Metodologia da pesquisa
O levantamento foi realizado presencialmente nos municípios de Maringá, Sarandi, Marialva, Mandaguari, Mandaguaçu e Paiçandu.
Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Intervalo de confiança: 95%. O dado mais relevante da amostragem, contudo, permanece sendo o vácuo de representatividade: quase 6 em cada 10 eleitores da região ainda não se sentem representados ou não decidiram em quem confiar seu voto para deputado federal, o que abre espaço para reviravoltas e o surgimento de novos nomes até o pleito de outubro de 2026.