Internacional

Maduro e Cilia Flores são capturados por forças dos EUA e enfrentarão julgamento por narcoterrorismo em Nova York

Em uma reviravolta dramática que altera a geopolítica da América Latina, o governo dos Estados Unidos confirmou a captura de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, durante uma operação militar de larga escala realizada na madrugada deste sábado, 3 de janeiro de 2026. A ação, autorizada pelo presidente Donald Trump, culminou na transferência do líder chavista para solo americano, onde ele responderá a acusações de liderar uma conspiração de narcoterrorismo que se estenderia por mais de 25 anos.

​A operação e as acusações

​A ofensiva, descrita por Trump como uma “missão bem-sucedida de captura”, envolveu bombardeios estratégicos em Caracas e outras regiões da Venezuela para neutralizar sistemas de defesa. Maduro foi localizado em uma estrutura fortificada e levado sob custódia por forças especiais.

​A procuradora-geral dos EUA, Pamela Bondi, formalizou o indiciamento no Distrito Sul de Nova York. As acusações principais incluem:

  • Conspiração de Narcoterrorismo: Alegação de que Maduro utilizou o Estado venezuelano para facilitar o tráfico de cocaína em parceria com grupos como o Cartel de Sinaloa e o Tren de Aragua.
  • Importação de Cocaína: Conspiração para contrabandear toneladas de drogas ilegais para as comunidades americanas.
  • Posse de Armas Pesadas: Uso de metralhadoras e dispositivos destrutivos para proteger as operações de tráfico.
  • Venezuela: A vice-presidente Delcy Rodríguez exigiu “provas de vida” de Maduro e classificou o ato como uma “ofensiva imperialista brutal”. O ministro do Interior, Diosdado Cabello, decretou estado de emergência nacional.
  • Brasil: O presidente Lula condenou veementemente a ação militar, classificando-a como uma “afronta gravíssima à soberania” e um precedente perigoso para o direito internacional.
  • Rússia e China: Ambas as potências criticaram a intervenção, com Moscou exigindo a libertação imediata de Maduro e Pequim apontando violações de tratados internacionais.

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